Apenas ressaltar que revendo as últimas postagens do blog, constatei que houve uma ligeira fixação em determinado clima-tema, e também muitas citações direcionadas. E penso que posso ter talvez assustado (?) minha única leitora, pelas declarações que fiz e direcionei.
Enfim, não há nada com se preocupar. Do mesmo modo como você (sim esse você é muito estranho, porque eu sei com quem estou falando, é com a única pessoa que lê isto aqui, e mesmo assim acho tenso, e acho que deve ser pior ainda para quem lê) me disse que usava o blog para extravasar certos sentimentos e pensamentos que lhe afligiam momentaneamente e que nem causavam tanto dano a vida quanto as postagens faziam parecer, estou utilizando no mesmo método.
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sábado, 3 de setembro de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Decadência Gradual Oculta
Eu sabia que não era a mesma coisa, mas eu não sabia se isto era só uma ilusão ou simplesmente porque já havia sido algo um dia. E foi decaindo, aos poucos, aos muitos, mas diminuía com o passar do tempo, como a areia que vai descendo da parte de cima da ampulheta. Na maior parte das vezes, para não dizer todas, a culpa era minha diretamente ou indiretamente.
E uma hora iria acabar, desde o momento em que eu percebi que se esvazia mesmo que aos poucos. Eu só não sei se foi mais minha culpa, ou se no final não há culpados, apenas vontades, de se ficar longe, de não se falar. Eu me lembro que fiquei até meio paranoico com pequenas coisas, subindo seu significado. Talvez eu estivesse certo, ou apenas era paranóia. Ao menos guardava a paranóia para mim, eu só estava com medo de que aquilo realmente estivesse acontecendo.
Mas agora nada disso importa porque de certa forma acho que já acabou, não há nada mais o que se fazer (?) porque mesmo se houvesse também haveria de querer, e acho que aí é aonde encontra-se o principal problema. Sem problemas, já cortei os contatos, mas não queria que eles acabassem, mesmo tendo acabado antes de ter cortado. Nem mesmo o blog, que eu invadi praticamente, eu acesso mais, mesmo que aqueles textos maravilhosos sejam um dos maiores prazeres da semana, dia e etc, não há porque lê-los e provavelmente nem queres que eu leia-os, então se quiser me desconvidar, fique a vontade. Eu não vou desconvidar você pois sei que nem deves acessar direito.
O que me entristeceu foi que eu não soube de nada, foi acabando aos poucos e sem eu saber direito, e no final acabou simplesmente, não que fosse novidade, mas eu não sabia. Penso, logo penso em você.
E uma hora iria acabar, desde o momento em que eu percebi que se esvazia mesmo que aos poucos. Eu só não sei se foi mais minha culpa, ou se no final não há culpados, apenas vontades, de se ficar longe, de não se falar. Eu me lembro que fiquei até meio paranoico com pequenas coisas, subindo seu significado. Talvez eu estivesse certo, ou apenas era paranóia. Ao menos guardava a paranóia para mim, eu só estava com medo de que aquilo realmente estivesse acontecendo.
Mas agora nada disso importa porque de certa forma acho que já acabou, não há nada mais o que se fazer (?) porque mesmo se houvesse também haveria de querer, e acho que aí é aonde encontra-se o principal problema. Sem problemas, já cortei os contatos, mas não queria que eles acabassem, mesmo tendo acabado antes de ter cortado. Nem mesmo o blog, que eu invadi praticamente, eu acesso mais, mesmo que aqueles textos maravilhosos sejam um dos maiores prazeres da semana, dia e etc, não há porque lê-los e provavelmente nem queres que eu leia-os, então se quiser me desconvidar, fique a vontade. Eu não vou desconvidar você pois sei que nem deves acessar direito.
O que me entristeceu foi que eu não soube de nada, foi acabando aos poucos e sem eu saber direito, e no final acabou simplesmente, não que fosse novidade, mas eu não sabia. Penso, logo penso em você.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Só para terminar de esquecer
Certamente não tenho nada contra, pelo contrário, apenas a favor. E este é essencialmente o problema. Não há nada de errado a primeira vista, isto só torna mais difícil ainda. A verdade é que afinal eu não faço muita ideia, mas só sei que talvez seja melhor assim, não há mais o que fazer e a culpa é mais minha mesmo.
Vai ficar na saudade, é o único lugar que se pode ficar. Não há mais por nutrir algo que já morreu ou parece morto, eu não queria, mas devo lidar com isso, não que seja difícil, só é triste. E só falta "let go" de vez, mas acho que nunca vou 100% ou algo próximo disso. É uma pena. Também não quero que ninguém se sinta mal, só eu tenho esse direito.
Vai ficar na saudade, é o único lugar que se pode ficar. Não há mais por nutrir algo que já morreu ou parece morto, eu não queria, mas devo lidar com isso, não que seja difícil, só é triste. E só falta "let go" de vez, mas acho que nunca vou 100% ou algo próximo disso. É uma pena. Também não quero que ninguém se sinta mal, só eu tenho esse direito.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Alameda no Outono
Mesmo este casaco gigante com um três botões, este moletom cinza por baixo e esta camisa de manga comprida e bem quente, mesmo tudo isso não impede esse incrível frio de penetrar. Ainda é outono, o alto-outono, mas está tão frio, muito frio. Esse frio parece como um fogo que queima ao contrário.
E esta bebida quente, dias chá, dias café, dias chocolate-quente, consegue um pequeno efeito de bem-estar temporário, como todo bem-estar é, e assim melhorar o momento. Nada disso basta mesmo assim. Porque nessa grande alameda, outrora verde, vívida e florida, se encontra agora parcialmente morta, perdeu o que tinha de melhor se limitando em troncos e galhos, marrom resistente, duro e inerte.
Enquanto caminho todo dia por ela, bancos antes cheios, agora totalmente vazios, vejo hora ou outra alguém se sentar com um copo fumegante para ler um livro, nunca mais do que 10 minutos, o tempo que a bebida durar ou permanecer quente. Essas pessoas, não sei quem são e sinceramente, não quero saber. Porque já conheço o bastante de pessoas, mesmo que este bastante não seja o bastante para me deixar feliz, ou que o bastante não apareça mais, tenha sumido com o verão.
O frio me atrapalha e entretê, enquanto o vapor sai da boca como um fluido gasoso. Posso me concentrar no que estou fazendo, não há belos pássaros ou flores para me distrair, queria eu poder me distrair um pouco. As folhas secas no chão fazem barulho enquanto meus passos congelam sobre elas, todas diferentes, porém feias.
O Sol lá em cima brilha, brilha menos agora... Não sei se é porque ficou um pouco mais distante, a atmosfera mais densa e pesada, sozinho. Só sei que mesmo assim seu brilho permanece lá e é a única coisa que me esquenta, esquenta para a brisa leve levar o calor, aos poucos, ou de uma vez, mas sempre leva no final. Nas tardes secas e frias de outono, o brilho ofuscante e desbotado aquece, ilumina e agrada, só ele.
Mas nem eram o Sol e os ventos que realmente me esquentavam na primavera e verão. Eu sempre permaneci frio por dentro, num eterno outono, não nesta primavera. Só pessoas podem me aquecer por dentro de verdade e eu encontrei um Sol interno. Agora ele se foi, não para sempre espero eu, o Outono está chegando ao fim. O inverno será pior? Não se por dentro tudo florescer novamente numa primavera, quero você.
E esta bebida quente, dias chá, dias café, dias chocolate-quente, consegue um pequeno efeito de bem-estar temporário, como todo bem-estar é, e assim melhorar o momento. Nada disso basta mesmo assim. Porque nessa grande alameda, outrora verde, vívida e florida, se encontra agora parcialmente morta, perdeu o que tinha de melhor se limitando em troncos e galhos, marrom resistente, duro e inerte.
Enquanto caminho todo dia por ela, bancos antes cheios, agora totalmente vazios, vejo hora ou outra alguém se sentar com um copo fumegante para ler um livro, nunca mais do que 10 minutos, o tempo que a bebida durar ou permanecer quente. Essas pessoas, não sei quem são e sinceramente, não quero saber. Porque já conheço o bastante de pessoas, mesmo que este bastante não seja o bastante para me deixar feliz, ou que o bastante não apareça mais, tenha sumido com o verão.
O frio me atrapalha e entretê, enquanto o vapor sai da boca como um fluido gasoso. Posso me concentrar no que estou fazendo, não há belos pássaros ou flores para me distrair, queria eu poder me distrair um pouco. As folhas secas no chão fazem barulho enquanto meus passos congelam sobre elas, todas diferentes, porém feias.
O Sol lá em cima brilha, brilha menos agora... Não sei se é porque ficou um pouco mais distante, a atmosfera mais densa e pesada, sozinho. Só sei que mesmo assim seu brilho permanece lá e é a única coisa que me esquenta, esquenta para a brisa leve levar o calor, aos poucos, ou de uma vez, mas sempre leva no final. Nas tardes secas e frias de outono, o brilho ofuscante e desbotado aquece, ilumina e agrada, só ele.
Mas nem eram o Sol e os ventos que realmente me esquentavam na primavera e verão. Eu sempre permaneci frio por dentro, num eterno outono, não nesta primavera. Só pessoas podem me aquecer por dentro de verdade e eu encontrei um Sol interno. Agora ele se foi, não para sempre espero eu, o Outono está chegando ao fim. O inverno será pior? Não se por dentro tudo florescer novamente numa primavera, quero você.
domingo, 5 de junho de 2011
Otário? Quem?
Ah é, sou eu... Não vou enganar ninguém, muito menos a mim mesmo. É só uma mistura de inferioridade filosófica, falta de conhecimento, otimismo exacerbado, ingenuidade infantil e algo mais, muito mais.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
De fazer o bem, compreender...
Você já me perguntou, já se perguntou... Por que você faz o bem? Por que as pessoas fazem o bem? Fazer o bem é chato, é difícil e ruim. Não sei o que está acontecendo, mas talvez você esteja encontrando tal resposta, ou então isto sirva para algo.
Fico extremamente feliz com esta mudança progressiva, continue... Não é nada pessoal, é uma questão existencial, pessoas boas são legais, mesmo que ninguém reconheça, são, e ninguém pode dizer o contrário, pois estará mentindo. Uma pitada de auto-confiança e então faça o que seu coração mandar. Nenhum coração é arrogante, agressivo ou incompreensivo, ele é o contrário de tudo isso, o problema é quando o homem deixa que outras partes do seu corpo prevaleçam sobre o coração. De fato este é o grande problema da humanidade... A humanidade tem a ferramenta, o guia mais perfeito do universo, o coração. Seja como for, ele sendo uma parte do cérebro ou sei lá, chamemos de coração, a casa da alma, aonde a moral, ética e sentimentos resplandecem e crescem.
No coração, que nunca será maduro o bastante para não acertar sempre, podemos encontrar tudo que precisamos para sermos felizes, para termos algo de digno nesta vida. Você sempre saberá o que é certo, não adianta se passar por ignorante, as pessoas fazem errado e sabem disso, elas sabem que são maus quando o são, ninguém é ingênuo a ponto de fazer o mau pensando que está fazendo o bem, a salvo alguns casos muito específicos. Portanto o que lhe faz diferenciar do comportamento do bem? É o conforto, a resistência que os benefícios de deixar de fazer o bem ou fazer o mal lhe trazem, simples assim, as pessoas vêm as coisas de como muito simplista, mas ver algo de modo simplista não o torna mais simples, e simplificar não é ser simplista, assim como ser simplista não é simplificar. Como num jogo de pontos, prazeres contra desavenças e desprazeres, sempre tente manter o placar a favor dos prazeres, nos dizem... Não é tão simples assim. Mas também não é muito mais complexo, é só uma visão errada mesmo.
E de fazer o bem você encontra a paz, você não precisa ser premiado com um lugar no céu para fazê-lo, saiba que é o certo, que é por isso que deve-se fazê-lo. E a paz lhe inunda, como sentimento, como percepção e tudo fica azul, ou não, mas você fez o certo, isso importa. O certo é relativo demais para dizer de modo tão fixo, VOCÊ FEZ O CERTO. Mas com toda certeza você pode dizer que fez o certo quando se sentia, achava e pensava (nesta ordem) que aquilo era o certo. Se alguém lhe agradecer ou lhe engrandecer pelos seus atos bondosos, sinta-se bem, mas não torne isso como a razão para fazê-lo, você apenas estará ajustando seu placar para Elogios x Críticas, e placares não funcionam como dito antes.
Se todos dizem que você não faz o "bom", que você é um idiota, um otário por ser diferente, diferente por fazer o certo, querendo ou não, quase ninguém o faz. Mas sempre lembre-se, isso não isenta ninguém de o fazer, e sempre estará lá... seu coração e sua consciência, lhe cobrando pelos seus atos ou então pior ainda, não cobrando pois foi reprimida, toda essa vida sem escutá-los, cansaram de falar e agora apenas magoados esperam pelo fim, que para eles já chegou. Não deixe que seu coração e sua consciência morram, eles só morrem com você, talvez esteja ferida por tudo que aprendeu, escutou e sabe, mas ela ainda está lá, cure-a e seja feliz.
Aonde quero chegar com esse blah-blah-blah que chega a ser tão chato quanto fazer o bem?... Chega a ser quase religioso, hipócrita e idiota. Eu só quero dizer que você não precisa ser altruísta, ninguém precisa... um mundo só de altruístas seria um mundo pior do que um só de egoístas (como o nosso)... Seja neutro, faça o certo, fazer o certo é independente do seu ego, portanto seja você centrado no seu ego ou então totalmente alheio a ele (altruísta), o certo não se modifica, continua lá e ele as vezes até condiz com seus desejos egoístas assim como os altruístas, ou as vezes, com nenhum dos dois.
E aqui talvez se encontre o problema para você... Ser mau, ser durão é style, é rocker, é interessante... Mas você não precisa nada disso na verdade, e tenha ciencia que talvez se arrependa, ou não, mas seu coração e sua consciência vai estar bem ciente do que você fez e eles não lhe darão nada, ficará frio, calculista e morto, desalmado.
FAÇA O MÍNIMO! É um bom começo, ou final. Da maneira, você não precisa ser um grande doador, ou alguém focado na felicidade e bem-estar dos outros, isso é errado... Apenas seja compreensivo, não faça mal as pessoas apenas buscando benefício próprio, não faça mal a si mesmo apenas buscando benefício alheio, busque o equilíbrio, não faça mal a NINGUÉM, ajude quando puder e quiser, receba ajuda se lhe oferecerem e lhe for conveniente ou então não faça nada afinal. Mas entenda, e só de entender, você sentirá um alívio e talvez os impulsos arrogantes, egoístas e incompreensivos que nos compõe se calem, e o coração fale, comande e emane.
Fico extremamente feliz com esta mudança progressiva, continue... Não é nada pessoal, é uma questão existencial, pessoas boas são legais, mesmo que ninguém reconheça, são, e ninguém pode dizer o contrário, pois estará mentindo. Uma pitada de auto-confiança e então faça o que seu coração mandar. Nenhum coração é arrogante, agressivo ou incompreensivo, ele é o contrário de tudo isso, o problema é quando o homem deixa que outras partes do seu corpo prevaleçam sobre o coração. De fato este é o grande problema da humanidade... A humanidade tem a ferramenta, o guia mais perfeito do universo, o coração. Seja como for, ele sendo uma parte do cérebro ou sei lá, chamemos de coração, a casa da alma, aonde a moral, ética e sentimentos resplandecem e crescem.
No coração, que nunca será maduro o bastante para não acertar sempre, podemos encontrar tudo que precisamos para sermos felizes, para termos algo de digno nesta vida. Você sempre saberá o que é certo, não adianta se passar por ignorante, as pessoas fazem errado e sabem disso, elas sabem que são maus quando o são, ninguém é ingênuo a ponto de fazer o mau pensando que está fazendo o bem, a salvo alguns casos muito específicos. Portanto o que lhe faz diferenciar do comportamento do bem? É o conforto, a resistência que os benefícios de deixar de fazer o bem ou fazer o mal lhe trazem, simples assim, as pessoas vêm as coisas de como muito simplista, mas ver algo de modo simplista não o torna mais simples, e simplificar não é ser simplista, assim como ser simplista não é simplificar. Como num jogo de pontos, prazeres contra desavenças e desprazeres, sempre tente manter o placar a favor dos prazeres, nos dizem... Não é tão simples assim. Mas também não é muito mais complexo, é só uma visão errada mesmo.
E de fazer o bem você encontra a paz, você não precisa ser premiado com um lugar no céu para fazê-lo, saiba que é o certo, que é por isso que deve-se fazê-lo. E a paz lhe inunda, como sentimento, como percepção e tudo fica azul, ou não, mas você fez o certo, isso importa. O certo é relativo demais para dizer de modo tão fixo, VOCÊ FEZ O CERTO. Mas com toda certeza você pode dizer que fez o certo quando se sentia, achava e pensava (nesta ordem) que aquilo era o certo. Se alguém lhe agradecer ou lhe engrandecer pelos seus atos bondosos, sinta-se bem, mas não torne isso como a razão para fazê-lo, você apenas estará ajustando seu placar para Elogios x Críticas, e placares não funcionam como dito antes.
Se todos dizem que você não faz o "bom", que você é um idiota, um otário por ser diferente, diferente por fazer o certo, querendo ou não, quase ninguém o faz. Mas sempre lembre-se, isso não isenta ninguém de o fazer, e sempre estará lá... seu coração e sua consciência, lhe cobrando pelos seus atos ou então pior ainda, não cobrando pois foi reprimida, toda essa vida sem escutá-los, cansaram de falar e agora apenas magoados esperam pelo fim, que para eles já chegou. Não deixe que seu coração e sua consciência morram, eles só morrem com você, talvez esteja ferida por tudo que aprendeu, escutou e sabe, mas ela ainda está lá, cure-a e seja feliz.
Aonde quero chegar com esse blah-blah-blah que chega a ser tão chato quanto fazer o bem?... Chega a ser quase religioso, hipócrita e idiota. Eu só quero dizer que você não precisa ser altruísta, ninguém precisa... um mundo só de altruístas seria um mundo pior do que um só de egoístas (como o nosso)... Seja neutro, faça o certo, fazer o certo é independente do seu ego, portanto seja você centrado no seu ego ou então totalmente alheio a ele (altruísta), o certo não se modifica, continua lá e ele as vezes até condiz com seus desejos egoístas assim como os altruístas, ou as vezes, com nenhum dos dois.
E aqui talvez se encontre o problema para você... Ser mau, ser durão é style, é rocker, é interessante... Mas você não precisa nada disso na verdade, e tenha ciencia que talvez se arrependa, ou não, mas seu coração e sua consciência vai estar bem ciente do que você fez e eles não lhe darão nada, ficará frio, calculista e morto, desalmado.
FAÇA O MÍNIMO! É um bom começo, ou final. Da maneira, você não precisa ser um grande doador, ou alguém focado na felicidade e bem-estar dos outros, isso é errado... Apenas seja compreensivo, não faça mal as pessoas apenas buscando benefício próprio, não faça mal a si mesmo apenas buscando benefício alheio, busque o equilíbrio, não faça mal a NINGUÉM, ajude quando puder e quiser, receba ajuda se lhe oferecerem e lhe for conveniente ou então não faça nada afinal. Mas entenda, e só de entender, você sentirá um alívio e talvez os impulsos arrogantes, egoístas e incompreensivos que nos compõe se calem, e o coração fale, comande e emane.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Se me permite...
Sei como é, já passei por isso, de uma maneira mais leve, mas parecido... Foi puro desespero, principalmente por minha parte, mas havia também da outra parte, e desse desespero começou a amizade. 2 Anos e tudo ok, muita diversão e era legal realmente! Espartanos, vilas, treinamento, luta, blah blah blah, só besteira, mas era legal. Porém era estranho de qualquer maneira, não éramos realmente amigos, éramos "melhores amigos" mas não éramos sequer amigos na verdade. Tanto que quando ele realmente encontrou amigos, fiquei meio que de lado, apenas os laços do passado eram o que realmente nos ligava ainda, se eu conhecesse ele naquele momento nem iríamos trocar palavras, mas mesmo assim eu continuava indo na casa dele, conversando, trocando problemas e soluções.
Enfim tudo se acaba após 4 anos de amizade intensa mas vazia. Praticamente nenhum contato, como se nem nos conhecêssemos, o que eu senti foi um alívio, tristeza e alívio no começo... enfim passou, eu estava sozinho, completamente. Mas sabe, foi bom. Foi bom, para mim saber e finalmente ser quem eu sou, eu não podia ser quem eu era totalmente, pois se eu o fosse, não teria como, afinal não combinávamos. Então finalmente conheci um amigo, o meu primeiro amigo de verdade. E a sensação de alívio finalmente prevaleceu sobre a tristeza que se converteu em felicidade. Mas olha, o período de poucos meses em que me encontrei sozinho, foram extremamente importantes, se pudesse ficaria mais um pouco. A solidão é muito benéfica em doses certas, mas nunca queremos ficar sós, por isso mesmo a evitamos, porém quando não há como, aproveite.
Enfim tudo se acaba após 4 anos de amizade intensa mas vazia. Praticamente nenhum contato, como se nem nos conhecêssemos, o que eu senti foi um alívio, tristeza e alívio no começo... enfim passou, eu estava sozinho, completamente. Mas sabe, foi bom. Foi bom, para mim saber e finalmente ser quem eu sou, eu não podia ser quem eu era totalmente, pois se eu o fosse, não teria como, afinal não combinávamos. Então finalmente conheci um amigo, o meu primeiro amigo de verdade. E a sensação de alívio finalmente prevaleceu sobre a tristeza que se converteu em felicidade. Mas olha, o período de poucos meses em que me encontrei sozinho, foram extremamente importantes, se pudesse ficaria mais um pouco. A solidão é muito benéfica em doses certas, mas nunca queremos ficar sós, por isso mesmo a evitamos, porém quando não há como, aproveite.
domingo, 29 de maio de 2011
Ei, não é sobre você.
Nos últimos textos, é simplesmente generalizando, não tem nada a ver com você, caso se preocupe com isso.
Confiar nas Palavras
É melhor, não é? Pois mesmo que as ações e as outras coisas indiquem o contrário, se alguém diz algo, mesmo que esteja mentindo, deve ter um motivo. Nem que seja por pena, por medo ou por se importar, a pessoa que mente sabe porque está fazendo isso. E talvez seja melhor deixar assim mesmo, uma faceta da realidade maquiada por se confiar nas palavras.
Aliás... confiança é algo bem incerto. Confiança é fruto da dúvida, pois confiar é quando você escolhe um lado da verdade, sendo que poderia ter escolhido o outro. Você pode confiar em muitas coisas, assim como pode desconfiar de tudo, até de seus olhos. Mas confiança traz segurança e talvez decepções.
Então, eu não me importo, não me sinto seguro com essa confiança, mas vou confiar, fazer o que. Apesar de que preferia a verdade. Porém e se a verdade for exatamente isso, então fui um idiota paranóico desconfiado, mas tenho meus motivos, pequenos, mas geram um sentimento pequeno de dúvida, e eu infelizmente gosto da dúvida.
Sinto que vou me decepcionar, mas já estou tão acostumado e preparado para este evento que é como se já tivesse acontecido, talvez seja uma das únicas vezes que fui pessimista, talvez tenha sido útil, ou não.
Aliás... confiança é algo bem incerto. Confiança é fruto da dúvida, pois confiar é quando você escolhe um lado da verdade, sendo que poderia ter escolhido o outro. Você pode confiar em muitas coisas, assim como pode desconfiar de tudo, até de seus olhos. Mas confiança traz segurança e talvez decepções.
Então, eu não me importo, não me sinto seguro com essa confiança, mas vou confiar, fazer o que. Apesar de que preferia a verdade. Porém e se a verdade for exatamente isso, então fui um idiota paranóico desconfiado, mas tenho meus motivos, pequenos, mas geram um sentimento pequeno de dúvida, e eu infelizmente gosto da dúvida.
Sinto que vou me decepcionar, mas já estou tão acostumado e preparado para este evento que é como se já tivesse acontecido, talvez seja uma das únicas vezes que fui pessimista, talvez tenha sido útil, ou não.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A Certain Romance
As vezes pessoas legais gostam de pessoas nem tão legais, isso do ponto de vista de um terceiro é claro... Mas antes de julgar e ser preconceituoso como sempre, é bom esclarecer que é apenas uma reflexão, um pequeno estudo... porque acontece, e é bom saber o por quê ou simplesmente umas previsões para exercitar a capacidade.
E começa assim do nada, porque é quase um nada... é simplesmente um encontro, que talvez não tenha sido marcado. Não houve amizade antes, e a amizade atual é bastante limitada, é mais uma relação baseada nas convenções sociais dos namorados, os seus cineminhas, caminhadas na praia, encontro com amigos, saídas, boates e restaurantes, tudo isso é bom sim, além das outras questões óbvias que não precisam ser citadas. Mas é meio vazio acho eu, tudo isso é legal, poder ter alguém para fazer, mas ter um alguém que seja um ninguém, é meio que, usar. Talvez do nada cresça um sentimento, e sabe-se onde isso para, pois raramente da certo, e então é só decepções em algo que foi planejado para ser só diversão.
Porque a base dessas relações é a diversão, é a felicidade passageira e momentânea. Não que a maioria das coisas também não o sejam, mas percebe-se que é apenas isso, ou principalmente isso. É isso por isso... pois em outras ocasiões a diversão e felicidade vêm como consequência e não como ação, além disso o vazio e a falta de paz, que muitas vezes nem chega a incomodar, mas está lá e podia ter sido preenchida, e mesmo que não incomode e não se sinta o alívio, ao menos é bom.
Mas é isso, não conheço essas coisas e pessoas, nem preciso. Talvez eu faça a mesma coisa. Talvez seja o melhor a fazer, passar um bom tempo e feliz tempo. Mas é só tempo no final, ele passa e não importa o que se faça... por isso talvez aproveitar desta maneira seja até sensato e inteligente, e então não ter que se preocupar com outras coisas idiotas ou até ficar fazendo essas reflexões estúpidas.
Escrito ao som de A Certain Romance - The Artic Monkeys
E começa assim do nada, porque é quase um nada... é simplesmente um encontro, que talvez não tenha sido marcado. Não houve amizade antes, e a amizade atual é bastante limitada, é mais uma relação baseada nas convenções sociais dos namorados, os seus cineminhas, caminhadas na praia, encontro com amigos, saídas, boates e restaurantes, tudo isso é bom sim, além das outras questões óbvias que não precisam ser citadas. Mas é meio vazio acho eu, tudo isso é legal, poder ter alguém para fazer, mas ter um alguém que seja um ninguém, é meio que, usar. Talvez do nada cresça um sentimento, e sabe-se onde isso para, pois raramente da certo, e então é só decepções em algo que foi planejado para ser só diversão.
Porque a base dessas relações é a diversão, é a felicidade passageira e momentânea. Não que a maioria das coisas também não o sejam, mas percebe-se que é apenas isso, ou principalmente isso. É isso por isso... pois em outras ocasiões a diversão e felicidade vêm como consequência e não como ação, além disso o vazio e a falta de paz, que muitas vezes nem chega a incomodar, mas está lá e podia ter sido preenchida, e mesmo que não incomode e não se sinta o alívio, ao menos é bom.
Mas é isso, não conheço essas coisas e pessoas, nem preciso. Talvez eu faça a mesma coisa. Talvez seja o melhor a fazer, passar um bom tempo e feliz tempo. Mas é só tempo no final, ele passa e não importa o que se faça... por isso talvez aproveitar desta maneira seja até sensato e inteligente, e então não ter que se preocupar com outras coisas idiotas ou até ficar fazendo essas reflexões estúpidas.
Escrito ao som de A Certain Romance - The Artic Monkeys
Não tenho dificuldades em não falar com as pessoas que não querem falar comigo
Mas nunca avisa-se na hora certa... Eu não sou bom com indiretas, então pode dizer, melhor assim do que ficar fingindo, certo? Eu prefiro ao menos, no final fica mais verdadeiro, mesmo que pior. Então se não quer, só dizer...
terça-feira, 24 de maio de 2011
Paranóia com as Opiniões Alheias
As vezes bate uma profunda paranóia em relação a opinião dos outros. Caio em devaneio imaginando ações, palavras que fiz ou deixei de fazer e que podem ter levado a mal-interpretações. E então tento relacionar as reações reais com as possíveis reações de uma mal-interpretação. E ELAS BATEM! SOCORRO, FUI MAL INTERPRETADO!!!! Ah, mas será? Nunca poderei ter certeza, e se perguntar, posso então findar de vez a mal-interpretação. Como dizem... nunca confie em pessoas que pedem confiança. Traduzo isso para: Nunca interprete pessoas que pedem por interpretação.
sábado, 21 de maio de 2011
Bateu uma saudade...
Nesse sábado ensolarado, que vontade de estar lá... E naquela ansiedade de curto-prazo iria pegar um onibus, e por uma hora ver a paisagem colorida, pela luz e pela felicidade. Iria descer e esperar em algum lugar, talvez pedir um suco. E esperar, até a hora.
Bateu uma saudade...
Bateu uma saudade...
sexta-feira, 20 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Altruísmo invertido ao contrário
Você disse: "Já não é mais altruísmo quando o outro lado se esforça em se sentir bem para fazer o altruísta receber a satisfação."
Claro! Mas perceba que mesmo aquele que se propõe a ajudar tentará pelo que sabe. Talvez a capacidade de reconhecer como ajudar afete as ações e no final ele atrapalhe mais que ajude e continue achando que esta fazendo bem. Portanto quando alguém se propõe realmente a ajudar, deve-se mostrar o caminho caso se saiba, e as vezes o caminho é exatamente não ajudar. Mas enfim, o problema é quando nenhum dos dois sabem (Aquele que quer ajudar e quem receberá a ajuda), aí tiros no escuro para acertar o problema.
Além disso, um verdadeiro altruísta é exatamente aquele que não quer receber a satisfação e pouco se importa com isso. Antes eu pensava que era impossível e passei muito tempo pensando se realmente existe algum tipo de altruísmo verdadeiro, e por causa de você eu descobri. Se um dia quiser saber estarei aberto para contar, mas nem é muito complicado ou inovador, é só uma observação mesmo.
Mas ok, vou parar de tomar seu tempo, que aliás é muito precioso. Só estou afetando e atrapalhando, envolvendo em problemas que não são seus de jeito nenhum, e apesar de estar feliz com sua disposição para resolvê-los ou pelo menos ajudar, por favor, por você, pare.
O tempo vai passar e levar tudo isso embora mesmo, uma hora ou outra. Assim como levou as sensações boas. E bom, como disse antes, é sou apenas uma pessoa que passou rapidamente pela sua vida e que provavelmente não mudou nada e será esquecido, até porque não há motivos para lembrar, nenhum mesmo.
Foi legal
Enfim, vou ao show do Jack Johnson sozinho mesmo.
Discordância Explicada
"Sendo direto. Essa discordância é em pontos importantes, e eu teimo nela e por isso como você disse cria uma situação pesada. Mas que discordância é essa? Mesmo em questões simples: O que sou? Nada? Alguém Especial? // Você é um exemplo de pessoa? A se espelhar? Nada disso? // Gosto dos meus amigos pois só tenho eles? Outros melhores existem? Devo Procurar?"
O que sou?
Insisto em dizer que não sou nada, e você diz que sou algo. Mas convenhamos, eu sou apenas o que faço e falo. Meus pensamentos ficam apenas para mim, quando escrevo eles fazem para te de mim realmente. Porque o que eu sou é aquilo que os outros podem ver que sou. Então concordo com qualquer julgamento que venha a ter do que sou, afinal sou incapaz de saber que eu sou, é o mesmo que tentar ver algo sendo isso, não existem espelhos para poder realmente me avaliar.
Diga e ache o que quiser de mim, vou concordar com você, assim como vou concordar com que dizer o oposto, ou qualquer um que dizer e ter uma mínima coerência e motivação.
Não confunda a minha visão sobre mim mesmo como baixa auto-estima, ou tendencias suícidas, acho que nunca expliquei, mas nunca vou me matar, de jeito nenhum. E eu me estimo demais, mas apenas nos potenciais. É uma questão de esperança, não de orgulho, até porque orgulho de nada serve e esperança ajuda demais.
Quem é você?
Eu não sei como você se vê mas sempre discorda de como vejo você, meu julgamento é influenciado por fatores que você já sabe. Mas eu não minto, só digo realmente o que vejo e sinto, quando você toca uma música da SoKo ou escreve um ótimo texto, talvez você não Pre use se esforçar e então pareça loucura que esteja fazendo algo bom, mas você esta sim, você não precisa concordar mas ao menos entenda e repense um pouco.
Haverá sempre no que melhorar, afinal somos seres imperfeitos, e por isso não quero ninguém perfeito comigo, porque estaria sozinho. Por isso gusto de você, você é uma Pessoa imperfeita (assim como todos), mas eu gosto da sua imperfeição, não porque ela chegue perto da perfeição ou de algum ideal, mas simplesmente porque é bem única e diversa.
Então chegamos na questão em que você me diz: Mas eu não sou tudo isso, é que você conhece poucas pessoas, então tudo isso é relativo.
Oh, mas espere um pouco, tudo é relativo mesmo. E alem disso você deve entender de que estou satisfeito com as pessoas que conheço, provavelmente há pessoas melhores, mas eu não dou a mínima porque já estou bem desse jeito e sei que sempre haverá como melhorar mas nem sempre irei precisar melhorar e esta situação é claramente um exemplo. Não há necessidade para procurar mais nada, já encotrei tudo que precisava, ao menos havia, não sei mais.
Mas apenas para entender, vamos representar isso por uma sala vazia, vou encontrando moveis e enchendo ela, até que uma hora sinto que esta bem e fico satisfeito, mesmo assim ainda posso achar um sofá melhor ou uma TV maior, mas para quê se já estou bem e feliz. E não quero diminuir nada, você pode ser a melhor pessoa do mundo ou não, mas então mesmo assim já percebi que tentar melhorar algo que já esta bom é um trememdo erro, ainda mais quando não há nenhum tipo de necessidade.
Então, mas agora sinto que minha sala esta mais vazia, tem algo faltando. Só queria saber o que e como aconteceu, porque ela estava bem antes, será que fui eu que quebrei algo sem querer?
Acho que quebrei exatamente ao ficar defendendo o que acho com teimosia ou por as vezes parecer hipócrita e uma má pessoa, mesmo quando não era totalmente, todos somos hipócritas e maus, o que varia é a quantidade e lembre-se que dentro de toda boa pessoa há um pouco de maldade, assim como dentro de toda má pessoa há um pouco de bondade.
As vezes eu sinto que estou apenas atrapalhando, afinal no final serei apenas mais uma pessoa que vai passar pela sua vida, deixar ou não algumas marcas, boas ou ruins, mas no final vai passar e pronto. Eu não queria, mas tudo bem se é assim que tem que ser e não depende de mim.
O que sou?
Insisto em dizer que não sou nada, e você diz que sou algo. Mas convenhamos, eu sou apenas o que faço e falo. Meus pensamentos ficam apenas para mim, quando escrevo eles fazem para te de mim realmente. Porque o que eu sou é aquilo que os outros podem ver que sou. Então concordo com qualquer julgamento que venha a ter do que sou, afinal sou incapaz de saber que eu sou, é o mesmo que tentar ver algo sendo isso, não existem espelhos para poder realmente me avaliar.
Diga e ache o que quiser de mim, vou concordar com você, assim como vou concordar com que dizer o oposto, ou qualquer um que dizer e ter uma mínima coerência e motivação.
Não confunda a minha visão sobre mim mesmo como baixa auto-estima, ou tendencias suícidas, acho que nunca expliquei, mas nunca vou me matar, de jeito nenhum. E eu me estimo demais, mas apenas nos potenciais. É uma questão de esperança, não de orgulho, até porque orgulho de nada serve e esperança ajuda demais.
Quem é você?
Eu não sei como você se vê mas sempre discorda de como vejo você, meu julgamento é influenciado por fatores que você já sabe. Mas eu não minto, só digo realmente o que vejo e sinto, quando você toca uma música da SoKo ou escreve um ótimo texto, talvez você não Pre use se esforçar e então pareça loucura que esteja fazendo algo bom, mas você esta sim, você não precisa concordar mas ao menos entenda e repense um pouco.
Haverá sempre no que melhorar, afinal somos seres imperfeitos, e por isso não quero ninguém perfeito comigo, porque estaria sozinho. Por isso gusto de você, você é uma Pessoa imperfeita (assim como todos), mas eu gosto da sua imperfeição, não porque ela chegue perto da perfeição ou de algum ideal, mas simplesmente porque é bem única e diversa.
Então chegamos na questão em que você me diz: Mas eu não sou tudo isso, é que você conhece poucas pessoas, então tudo isso é relativo.
Oh, mas espere um pouco, tudo é relativo mesmo. E alem disso você deve entender de que estou satisfeito com as pessoas que conheço, provavelmente há pessoas melhores, mas eu não dou a mínima porque já estou bem desse jeito e sei que sempre haverá como melhorar mas nem sempre irei precisar melhorar e esta situação é claramente um exemplo. Não há necessidade para procurar mais nada, já encotrei tudo que precisava, ao menos havia, não sei mais.
Mas apenas para entender, vamos representar isso por uma sala vazia, vou encontrando moveis e enchendo ela, até que uma hora sinto que esta bem e fico satisfeito, mesmo assim ainda posso achar um sofá melhor ou uma TV maior, mas para quê se já estou bem e feliz. E não quero diminuir nada, você pode ser a melhor pessoa do mundo ou não, mas então mesmo assim já percebi que tentar melhorar algo que já esta bom é um trememdo erro, ainda mais quando não há nenhum tipo de necessidade.
Então, mas agora sinto que minha sala esta mais vazia, tem algo faltando. Só queria saber o que e como aconteceu, porque ela estava bem antes, será que fui eu que quebrei algo sem querer?
Acho que quebrei exatamente ao ficar defendendo o que acho com teimosia ou por as vezes parecer hipócrita e uma má pessoa, mesmo quando não era totalmente, todos somos hipócritas e maus, o que varia é a quantidade e lembre-se que dentro de toda boa pessoa há um pouco de maldade, assim como dentro de toda má pessoa há um pouco de bondade.
As vezes eu sinto que estou apenas atrapalhando, afinal no final serei apenas mais uma pessoa que vai passar pela sua vida, deixar ou não algumas marcas, boas ou ruins, mas no final vai passar e pronto. Eu não queria, mas tudo bem se é assim que tem que ser e não depende de mim.
É 1, mesmo?
Pelo que entendi disso, foi simples. Espero ao menos ter entendido corretamente, então me ajude.
Eu esperava algo muito pior, e creio que isso só não aconteceu porque na verdade nem tudo foi dito, ou dito realmente como deveria, sem querer minimizar o que é.
Só citando um outro texto meu que fala em parte sobre isso (todos os textos de certa forma falam sobre isso), como sei que não dá para ler todos, são muitas frases desconexas para entender, ou tentar.
"Procurando em meio a palavras proferidas, ou a ações cometidas ou então exatamente o contrário, aquilo que não foi dito nem feito. Agora percebo que a solução para meus problemas é simplesmente entender a sua causa, pois sendo insolúveis, irá facilitar no processo de cura ou simples convivência com eles. E talvez no futuro, quando eles não me afetarem mais (mas continuarem existindo), poderei evitar que aconteça de novo ou então estar mais atento ao que faço."
Esse ponto que chegamos, na verdade eu não imaginei no começo, nem no meio, só no final, porque na verdade o final foi exatamente esse ponto. Mas o que foi esse ponto, esse ponto foi a discordância, acho eu. E essa discordância nunca conseguia se manifestar porque as tardes impediam isso, ela existia mas não havia porque ligar, porém quando as tardes se foram e só pôde restar exatamente a concordância, que não existia pois só havia discordância.
Sendo direto. Essa discordância é em pontos importantes, e eu teimo nela e por isso como você disse cria uma situação pesada. Mas que discordância é essa? Mesmo em questões simples: O que sou? Nada? Alguém Especial? // Você é um exemplo de pessoa? A se espelhar? Nada disso? // Gosto dos meus amigos pois só tenho eles? Outros melhores existem? Devo Procurar?
Responderei isso para deixar claro, no próximo texto (ja estou fazendo), enquanto isso vou continuar esta análise.
Quanto mais buscarmos algo, algo que vem naturalmente, menos encontraremos. Então acho que se tentarmos conviver como antes, sem problemas, tudo provavelmente volte ao normal. Mas se penso que estou fazendo algo errado, mas dizem para mim que estou certo. Melhor discordar, concordar, mudar de opinião por conveniência, desprezar minha personalidade em prol da amizade?
Uma tarde ingênua, sem textos complicados ou análises filosóficas. Talvez só precise disso. Voltar a ter conversas sem objetivos, que acabavam por chegar a conclusões mesmo sem procurar uma. Sem conflitos de ideias ou de sentimentos, ter uma relação estável e em concordância. E suprimir tudo que possa impedir isso, mesmo que precise de muito esforço.
Que a força esteja conosco, e que esta etapa ultrapassada seja.
Eu esperava algo muito pior, e creio que isso só não aconteceu porque na verdade nem tudo foi dito, ou dito realmente como deveria, sem querer minimizar o que é.
Só citando um outro texto meu que fala em parte sobre isso (todos os textos de certa forma falam sobre isso), como sei que não dá para ler todos, são muitas frases desconexas para entender, ou tentar.
"Procurando em meio a palavras proferidas, ou a ações cometidas ou então exatamente o contrário, aquilo que não foi dito nem feito. Agora percebo que a solução para meus problemas é simplesmente entender a sua causa, pois sendo insolúveis, irá facilitar no processo de cura ou simples convivência com eles. E talvez no futuro, quando eles não me afetarem mais (mas continuarem existindo), poderei evitar que aconteça de novo ou então estar mais atento ao que faço."
Esse ponto que chegamos, na verdade eu não imaginei no começo, nem no meio, só no final, porque na verdade o final foi exatamente esse ponto. Mas o que foi esse ponto, esse ponto foi a discordância, acho eu. E essa discordância nunca conseguia se manifestar porque as tardes impediam isso, ela existia mas não havia porque ligar, porém quando as tardes se foram e só pôde restar exatamente a concordância, que não existia pois só havia discordância.
Sendo direto. Essa discordância é em pontos importantes, e eu teimo nela e por isso como você disse cria uma situação pesada. Mas que discordância é essa? Mesmo em questões simples: O que sou? Nada? Alguém Especial? // Você é um exemplo de pessoa? A se espelhar? Nada disso? // Gosto dos meus amigos pois só tenho eles? Outros melhores existem? Devo Procurar?
Responderei isso para deixar claro, no próximo texto (ja estou fazendo), enquanto isso vou continuar esta análise.
Quanto mais buscarmos algo, algo que vem naturalmente, menos encontraremos. Então acho que se tentarmos conviver como antes, sem problemas, tudo provavelmente volte ao normal. Mas se penso que estou fazendo algo errado, mas dizem para mim que estou certo. Melhor discordar, concordar, mudar de opinião por conveniência, desprezar minha personalidade em prol da amizade?
Uma tarde ingênua, sem textos complicados ou análises filosóficas. Talvez só precise disso. Voltar a ter conversas sem objetivos, que acabavam por chegar a conclusões mesmo sem procurar uma. Sem conflitos de ideias ou de sentimentos, ter uma relação estável e em concordância. E suprimir tudo que possa impedir isso, mesmo que precise de muito esforço.
Que a força esteja conosco, e que esta etapa ultrapassada seja.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Em Suas Palavras
Depois que foi permitido e consentido, mesmo me sentindo muito mal por ter influenciado nesta decisão... Li de maneira compulsória e impulsiva tudo aquilo que havida dado uma olhada por cima, nos titulos e palavras soltas, apenas porque não me aguentei, mas ao menos me sinto feliz por não ter sido hipócrita a ponto de me render aos meus impulsos e sacrificar minha moral e caratér, que afinal vem se fortalecendo.
Mas bom, devo tudo a você. Vi que progredi bem mais, e agora tenho uma visão mais imparcial sobre os fatos. Não me sinto mal por não estar mais me sentindo bem, mas me sinto mal do mesmo jeito, de certa forma o vazio voltou, mas ele não voltou porque aquilo que havia preenchido saiu, mas simplesmente porque dei como morto e portanto ocupa espaço mas sem vida. Ok, não vou mentir. Dei como morto, mas apenas oficialmente, dentro de mim sei que esta vivo. Mais uma conspiração minha contra mim mesmo.
Texto após texto, com palavras após palavras. Saúdo como fez e continua fazendo, de forma tão direta e compreensível, assim qualquer erro de português é ignorado pois a sua comunicação é IMPECÁVEL. Tão impecável que prefiro ler os últimos textos que trazem boas sensações, sim trazem até a mim, mal imagino como devem trazer a você. E com os outros textos apenas me reconheço, a insegurança, a duvida e talvez infelicidade. Muito bom.
Admiro de forma quase incondicional, apesar de que odeio o fanatismo. E o pior, não admiro apenas as suas ações e os produtos delas, mas a sua pessoa, de forma que a mudança, seja qual for, será sempre apoiada por mim e não julgada. Por que as pessoas afinal mudam porque querem, ou porque precisam... sempre para se sentirem melhor ou fazerem o que consideram certo. E portanto concordo com você em qualquer grau, numero e gênero.
Ah e não se esqueça, quase tudo que tenho feito é por ação DIRETA e indireta sua... direta principalmente, pois afinal, por sua causa isto tudo existe... você me convenceu ou pelo menos destravou através de conversas o que me impedia de fazer o que faço hoje, e me sinto bem por isso, obrigado mesmo. Sempre me espelharei em você!
Mas bom, devo tudo a você. Vi que progredi bem mais, e agora tenho uma visão mais imparcial sobre os fatos. Não me sinto mal por não estar mais me sentindo bem, mas me sinto mal do mesmo jeito, de certa forma o vazio voltou, mas ele não voltou porque aquilo que havia preenchido saiu, mas simplesmente porque dei como morto e portanto ocupa espaço mas sem vida. Ok, não vou mentir. Dei como morto, mas apenas oficialmente, dentro de mim sei que esta vivo. Mais uma conspiração minha contra mim mesmo.
Texto após texto, com palavras após palavras. Saúdo como fez e continua fazendo, de forma tão direta e compreensível, assim qualquer erro de português é ignorado pois a sua comunicação é IMPECÁVEL. Tão impecável que prefiro ler os últimos textos que trazem boas sensações, sim trazem até a mim, mal imagino como devem trazer a você. E com os outros textos apenas me reconheço, a insegurança, a duvida e talvez infelicidade. Muito bom.
Admiro de forma quase incondicional, apesar de que odeio o fanatismo. E o pior, não admiro apenas as suas ações e os produtos delas, mas a sua pessoa, de forma que a mudança, seja qual for, será sempre apoiada por mim e não julgada. Por que as pessoas afinal mudam porque querem, ou porque precisam... sempre para se sentirem melhor ou fazerem o que consideram certo. E portanto concordo com você em qualquer grau, numero e gênero.
Ah e não se esqueça, quase tudo que tenho feito é por ação DIRETA e indireta sua... direta principalmente, pois afinal, por sua causa isto tudo existe... você me convenceu ou pelo menos destravou através de conversas o que me impedia de fazer o que faço hoje, e me sinto bem por isso, obrigado mesmo. Sempre me espelharei em você!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Devaneios de Sábado
Escrito: 12/03/2011
E essa influência direta que temos sobre nós mesmos, influência que não deixa a gente ser o que realmente quer, que nos faz de bobos e seres manipulavéis, para sermos manipulados por nós mesmos, muitas vezes sem perceber. As vezes eu não sou quem eu sou.
E são nessas horas que parar para pensar não é relaxante, mas funciona para entender algumas coisas, principalmente a nossa própria condição, a condição de que tudo que pensamos, dizemos e falamos... pode ou não estar em concordância com o que somos e mais ainda com o que fazemos, pois nem tudo o que fazemos faz parte do nosso ser, medir alguém pelas ações é o mesmo que tentar voar com um carro, você pode ver um carro no ar, mas ele não estará voando, é só mais uma impressão.
Não fazer certas coisas apenas pois ninguém fará junto com você, estar sozinho não só no mundo mas também em suas ações, é algo que pode te fazer desisitir muito rápido, principalmente quando você busca as razões para tal.
E então tentar ser algo que não é, ou então ser algo que ninguem é, é difícil... ou é impossível? Ou pior ainda, enlouquecer só de pensar nas situações e como você falha de maneira tão natural, de uma forma quase sem relutância, como se você fosse realmente um ignorante, como se não soubesse o que estava fazendo, quando na verdade sabia perfeitamente.
E ainda pior, pensar que todos buscam a mesma coisa, a pretensão de que as pessoas vão chegar a mesma conclusão se tiverem conhecimento das mesmas coisas, isso é determinismo de araque. Mas todos esses conceitos que fluem na minha mente, mas esses mesmos conceitos confundem e alteram ela, e deixam ela fluir de modo diferente ficando neste circulo vicioso de evolução auto-suficiente que não chega a lugar nenhum.
Sim essa complexidade que insiste em aparecer em tudo que existe, toda a simplicidade que se via antes, agora é apenas parte do que realmente era, o que será que causou tudo isso? Pensar demasiadamente sempre pareceu o certo, quando se pensava apenas o essencial, agora o essencial mudou para algo que era tudo que poderia ser antes. Regredir... não é assim que funciona na vida, sempre se evolui, ou você vai para frente ou vai para frente, isso é culpa do tempo, ele nunca pára e nunca volta. Mas evoluir nem sempre é pra algo melhor, e evoluir para algo que você ja foi nunca será igual, as circunstancias não podem ser completamente iguais, algo sempre muda.
A primeira impressão que talvez fica ou não, sempre parece ser a mais falsa, nunca é o que a pessoa realmente é, o que ela tenta ser, pois nunca somos o que queremos ser, pois o que queremos ser é um projeto que beira a perfeição, mas somos exatamente aquilo que não tentamos ser, mas apenas somos, aquilo que fazemos só por fazer e nem ao menos se percebe. Mas quando se pára para pensar nisso (e esse é o problema) ai deixamos de ser alguem, passamos a ser algo, algo que pensa, e as ações não são mais ações, são pensamentos materializados pois as ações reais são apenas ações...
E se alguem prefere ficar com quem alguem é, então deve-se esperar e resistir as informações que são reveladas ao longo do caminho e PRINCIPALMENTE entender que todos estamos em constante transformação e este pode ser o problema ou a salvação. Mas as qualidades que se quer normalmente são mantidas pela força da personalidade e isso que importa, adeus...
E essa influência direta que temos sobre nós mesmos, influência que não deixa a gente ser o que realmente quer, que nos faz de bobos e seres manipulavéis, para sermos manipulados por nós mesmos, muitas vezes sem perceber. As vezes eu não sou quem eu sou.
E são nessas horas que parar para pensar não é relaxante, mas funciona para entender algumas coisas, principalmente a nossa própria condição, a condição de que tudo que pensamos, dizemos e falamos... pode ou não estar em concordância com o que somos e mais ainda com o que fazemos, pois nem tudo o que fazemos faz parte do nosso ser, medir alguém pelas ações é o mesmo que tentar voar com um carro, você pode ver um carro no ar, mas ele não estará voando, é só mais uma impressão.
Não fazer certas coisas apenas pois ninguém fará junto com você, estar sozinho não só no mundo mas também em suas ações, é algo que pode te fazer desisitir muito rápido, principalmente quando você busca as razões para tal.
E então tentar ser algo que não é, ou então ser algo que ninguem é, é difícil... ou é impossível? Ou pior ainda, enlouquecer só de pensar nas situações e como você falha de maneira tão natural, de uma forma quase sem relutância, como se você fosse realmente um ignorante, como se não soubesse o que estava fazendo, quando na verdade sabia perfeitamente.
E ainda pior, pensar que todos buscam a mesma coisa, a pretensão de que as pessoas vão chegar a mesma conclusão se tiverem conhecimento das mesmas coisas, isso é determinismo de araque. Mas todos esses conceitos que fluem na minha mente, mas esses mesmos conceitos confundem e alteram ela, e deixam ela fluir de modo diferente ficando neste circulo vicioso de evolução auto-suficiente que não chega a lugar nenhum.
Sim essa complexidade que insiste em aparecer em tudo que existe, toda a simplicidade que se via antes, agora é apenas parte do que realmente era, o que será que causou tudo isso? Pensar demasiadamente sempre pareceu o certo, quando se pensava apenas o essencial, agora o essencial mudou para algo que era tudo que poderia ser antes. Regredir... não é assim que funciona na vida, sempre se evolui, ou você vai para frente ou vai para frente, isso é culpa do tempo, ele nunca pára e nunca volta. Mas evoluir nem sempre é pra algo melhor, e evoluir para algo que você ja foi nunca será igual, as circunstancias não podem ser completamente iguais, algo sempre muda.
A primeira impressão que talvez fica ou não, sempre parece ser a mais falsa, nunca é o que a pessoa realmente é, o que ela tenta ser, pois nunca somos o que queremos ser, pois o que queremos ser é um projeto que beira a perfeição, mas somos exatamente aquilo que não tentamos ser, mas apenas somos, aquilo que fazemos só por fazer e nem ao menos se percebe. Mas quando se pára para pensar nisso (e esse é o problema) ai deixamos de ser alguem, passamos a ser algo, algo que pensa, e as ações não são mais ações, são pensamentos materializados pois as ações reais são apenas ações...
E se alguem prefere ficar com quem alguem é, então deve-se esperar e resistir as informações que são reveladas ao longo do caminho e PRINCIPALMENTE entender que todos estamos em constante transformação e este pode ser o problema ou a salvação. Mas as qualidades que se quer normalmente são mantidas pela força da personalidade e isso que importa, adeus...
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