É, eu percebi isso, meus textos estão turbinados de pontos de interrogação, a maioria das perguntas são retóricas ou apenas enfáticas, mas sabe, nem todas tem resposta.
Antes eu costumava afirmar mais do que perguntar, até porque agora enquanto pergunto, sei que ninguém nem nada virá me responder, porque ninguém nem nada se importam comigo, e bastava um "não sei" como resposta.
"We're just moments, we're clever but we're clueless
We're just human, amusing and confusing
We're trying, but where is this all leading?
We'll never know"
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sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Masoquismo Emocional Involuntário
Você deixa de ouvir certas músicas pois lembram aquela pessoa, ou então pára de fazer certas coisas pois lembram-a também, ir a certos lugares é tortura pois esteve lá com ela, deixa de comer certas comidas pois seria solidão demais sem compartilhar com ela, certos programas, filmes e seriados também lembram ela, todas as pessoas lembram ela, dormir e sonhar obviamente é só com ela, tudo que faz seria em sua companhia dela, tudo que deixa de fazer poderia fazer com ela, viver poderia ser com ela. Mas não é, sabe? Então lembrar não é bom, mas é algo que assim como esquecer, não depende da gente.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Verdades Céticas
Nunca fui fã do ceticismo. Nunca fui dedicado à verdade ou na busca da mesma. Eu busco respostas, não verdades. E por mais ignorante que isso soe, o conceito de verdade para mim beira a mentira. Então prefiro a minha verdade simplória e desnorteada, do que uma verdade sólida e complexa. Parabéns àqueles que conseguem ser céticos e são bons no que fazem, na arte de encontrar verdades, de elaborar teorias infalíveis de forma a passarem de teoria para verdade.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Propaganda Excessiva
Sempre penso que se algo requer propaganda excessiva para dar certo (Ser usado, assistido, discutido, admirado, etc), logo esta coisa, seja lá o que for, não é boa. Uma coisa é divulgar, outra coisa é fazer propaganda, não quero as definições técnicas, mas só deixar claro que avisar as pessoas de forma imparcial e direta sobre algo é diferente de engrandecer este algo acima daquilo que realmente é, ou então simplesmente excluir as facetas ruins dele.
Por isso esses filmes, livros, bandas, músicas, pessoas, políticos, conceitos e datas não passam de coisas ruins que tentam se passar por boas e realmente parecem. A arte da propaganda é algo que eu admiro e desprezo demais, admiro pelo grande feito de conseguir mentir impecávelmente para as pessoas e desprezo pelo mesmo motivo.
Eu sempre quis queimar aquele outdoor da Coca-Cola aonde mostra uma mulher bebendo uma garrafa bem gelada e bonita, ou ao menos pichá-lo para torná-lo mais real e informativo. Eu bebo Coca-Cola as vezes, e já fui influenciado por esses outdoors, eles funcionam, não vou mentir, eu até tento, mas eles fazem algo, propaganda.
Se virem um outdoor pichado ou queimado, não fui eu.
Por isso esses filmes, livros, bandas, músicas, pessoas, políticos, conceitos e datas não passam de coisas ruins que tentam se passar por boas e realmente parecem. A arte da propaganda é algo que eu admiro e desprezo demais, admiro pelo grande feito de conseguir mentir impecávelmente para as pessoas e desprezo pelo mesmo motivo.
Eu sempre quis queimar aquele outdoor da Coca-Cola aonde mostra uma mulher bebendo uma garrafa bem gelada e bonita, ou ao menos pichá-lo para torná-lo mais real e informativo. Eu bebo Coca-Cola as vezes, e já fui influenciado por esses outdoors, eles funcionam, não vou mentir, eu até tento, mas eles fazem algo, propaganda.
Se virem um outdoor pichado ou queimado, não fui eu.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Didatismo Musical
Realmente "aprender" música é com certeza a melhor atividade didática que há. É algo que traz tamanha satisfação, e mesmo que eu não seja bom de nenhuma maneira, é algo que faço para mim mesmo, aprende só para mim e é muito bom. Aprender uma música, passar o dia aprendendo músicas, mesmo que seja cansativo e didático, é bom. Tentativa e erro, falhas e acertos, as vezes só falhas, outra hora então...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Ninguém precisa de mim
Sério, isso é obvio, eu já estava indo dormir, mas tive que voltar por que me dei conta disso totalmente agora...
NINGUÉM PRECISA de mim... ninguém mesmo, sou único como todos os outros 7 bilhões de pessoas, mas sou substituível, sou desnecessário, ninguém precisa de mim, ninguém mesmo. Ninguém vai sentir minha falta, ou perceber a minha presença, é questão do tempo, ele acaba com isso, cria um tédio com o desgosto e encerra a importância que talvez alguém venha a ter por mim...
Só o amor causa a necessidade de alguém, só isso mesmo, ninguém me ama, logo ninguém precisa de mim, puro e simples silogismo... meus amigos e amigas, daqueles de menor e maior intensidade, nada importa, temos uma relação benéfica, é divertido, mas é só isso... eu não "preciso" deles e eles muito menos precisam de mim, sério NINGUÉM PRECISA de mim, e precisar de PRECISAR, se precisar eles pagam, mas ninguém precisa de mim por eu ser quem sou, ninguém precisa do meu ser, eles precisam do que eu faço e isso é uma merda, só o amor faz precisar do ser e não das ações e habilidades, isso é outra coisa, amor é a necessidade que temos de alguém, ninguém me ama, ninguém precisa de mim.
Ninguém PRECISA de mim
NINGUÉM PRECISA de mim... ninguém mesmo, sou único como todos os outros 7 bilhões de pessoas, mas sou substituível, sou desnecessário, ninguém precisa de mim, ninguém mesmo. Ninguém vai sentir minha falta, ou perceber a minha presença, é questão do tempo, ele acaba com isso, cria um tédio com o desgosto e encerra a importância que talvez alguém venha a ter por mim...
Só o amor causa a necessidade de alguém, só isso mesmo, ninguém me ama, logo ninguém precisa de mim, puro e simples silogismo... meus amigos e amigas, daqueles de menor e maior intensidade, nada importa, temos uma relação benéfica, é divertido, mas é só isso... eu não "preciso" deles e eles muito menos precisam de mim, sério NINGUÉM PRECISA de mim, e precisar de PRECISAR, se precisar eles pagam, mas ninguém precisa de mim por eu ser quem sou, ninguém precisa do meu ser, eles precisam do que eu faço e isso é uma merda, só o amor faz precisar do ser e não das ações e habilidades, isso é outra coisa, amor é a necessidade que temos de alguém, ninguém me ama, ninguém precisa de mim.
Ninguém PRECISA de mim
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Das Pessoas Felizes
Sorridentes, rindo, ou talvez apenas se sentindo bem por dentro, por fora, seja como for, estão felizes... Normalmente nem são tão contagiantes, não existem muitos "uppers". Por isso que existem muito mais músicas, livros e filmes tristes e depressivos, né downers?...
Não é só porque a proporção de pessoas tristes é maior do que a de felizes, mas é também porque é natural das pessoas tristes buscar pelo extravasamento, por deixar escapar, e então desenvolver seu sentimento em uma folha, em um violão ou em uma câmera. Mas as pessoas felizes raramente fazem isso! Saúdo os poucos que os fazem e conseguem nos contagiar, conseguem extravasar seu sentimento, não são egoístas para mantê-lo apenas dentro de si. Das pessoas felizes (de verdade) só se leva felicidades.
Não é só porque a proporção de pessoas tristes é maior do que a de felizes, mas é também porque é natural das pessoas tristes buscar pelo extravasamento, por deixar escapar, e então desenvolver seu sentimento em uma folha, em um violão ou em uma câmera. Mas as pessoas felizes raramente fazem isso! Saúdo os poucos que os fazem e conseguem nos contagiar, conseguem extravasar seu sentimento, não são egoístas para mantê-lo apenas dentro de si. Das pessoas felizes (de verdade) só se leva felicidades.
domingo, 29 de maio de 2011
O Pseudo Guy
Pseudo-Músico, Pseudo-Intelectual, Pseudo-Político, Pseudo-Poeta, Pseudo-Escritor, Pseudo-Legal, Pseudo-Mochileiro, Pseudo-Rebelde, Pseudo-Altruísta, Pseudo-Piadista, Pseudo-Estudante, Pseudo-Amigo.
Sou o Pseudo Guy, prazer...
Acho que é arrogância demais dizer que sou pseudo-essas coisas.
Sou o Pseudo Guy, prazer...
Acho que é arrogância demais dizer que sou pseudo-essas coisas.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Devaneio Avaliativo
Logo penso que todos os planos que deram errado, foram pela minha incapacidade de prever certamente o que pode acontecer, e de que o acaso é imprevisível. Mas o principal é justamente o ser humano. Sempre que envolve pessoas, elas são tão complexas que nem ao menos podemos prever nós mesmos. É impossível conhecer alguém em sua totalidade para saber como será a reação e portanto trabalhamos com possibilidades.
Por isso prever e julgar pessoas é errado.
E percebo cada vez mais que eu sou a pessoa mais imprevísivel que conheço. E que apesar de concordar com a maioria das teorias deterministas e empiristas, ainda acredito no livre-arbitrio da minha alma, e aí conserva-se a imprevisibilidade.
Sou a única pessoa que tenho total direito de julgar-me, pois presto contas a mim mesmo. Mas mesmo assim não consigo, não consigo me julgar, porque eu não sei. Mas então, espero que outras pessoas façam tal trabalho por mim e infelizmente normalmente o farão errado, da mesma forma que eu faria se tentasse, porque culpá-las...?
Por isso prever e julgar pessoas é errado.
E percebo cada vez mais que eu sou a pessoa mais imprevísivel que conheço. E que apesar de concordar com a maioria das teorias deterministas e empiristas, ainda acredito no livre-arbitrio da minha alma, e aí conserva-se a imprevisibilidade.
Sou a única pessoa que tenho total direito de julgar-me, pois presto contas a mim mesmo. Mas mesmo assim não consigo, não consigo me julgar, porque eu não sei. Mas então, espero que outras pessoas façam tal trabalho por mim e infelizmente normalmente o farão errado, da mesma forma que eu faria se tentasse, porque culpá-las...?
Devaneio Mutante
E o processo de mudança? Afinal, nada mudou de repente e mesmo que um fato possa ter sido o principal fator para a mudança, esta mesma não pode se estabelecer tão rapidamente e me afetar. Mas ficar pensando e tentando desvendar os outros fatores que talvez nem existam é tão inevitável e inconsequente.
Procurando em meio a palavras proferidas, ou a ações cometidas ou então exatamente o contrário, aquilo que não foi dito nem feito. Agora percebo que a solução para meus problemas é simplesmente entender a sua causa, pois sendo insolúveis, irá facilitar no processo de cura ou simples convivência com eles. E talvez no futuro, quando eles não me afetarem mais (mas continuarem existindo), poderei evitar que aconteça de novo ou então estar mais atento ao que faço.
Hipocrisias e mentiras da minha parte aparte, creio que toda a culpa recai sobre mim, meus atos não condizem com meus pensamentos e palavras. E a causa disso é a simples conversão, que os filtros continuam a filtrar e influenciar a conclusão. Até que meus pensamentos se tornem palavras é necessários filtros, mas são relativamente fáceis de evitar, porém as ações, as ações são quase impossíveis de transpor toda a area de filtros sem serem afetadas. Os filtros das emoções, dos impulsos, das dúvidas, do pensamento, do empenho, daquilo que acredito, daquilo que não acredito, do que sinto, do que entendo ou não entendo, do que espero, otimista ou pessimista, indiferente ou diferenciando, etc...
Todos pecam. É impossível não fazer isso, "pecar é honrar o desejo acima do que você sabe que é certo". Mas então, a maioria peca perante a Deus, ou a sua divindade. Eu só peco perante a mim, e o pecado que cometo não tem punição se não o simples fato de se pecar, então porque me sinto mal pecando, pecando contra mim. O pecado é punido, e a ausência dele é recompensada (por Deus, para a maioria). Comigo não há nada disso, então porque continuar, porque? Porque simplesmente tenho meus conceitos de moral, minha ética e sigo ela, mesmo que isso represente algo ruim para mim? Simplesmente porque ao saber o que é certo, se torna algo ruim fazer o contrário? As respostas só geram mais perguntas.
E aonde esta doce carruagem leva tudo que não conquistei mas que era meu. Para bem longe. Nunca vou recuperar tudo, nem parte, nem nada. Vou ter que esperar que a próxima carruagem chegue e nela traga algo ou alguém de bom, como a última em que eu não consegui entrar e passar o resto da minha jornada nela, talvez porque ela estava já trancada. E se eu precisar vagar sozinho, toda essa jornada, sem carruagem, sem companhia... vou apenas lamentar a mutação.
Procurando em meio a palavras proferidas, ou a ações cometidas ou então exatamente o contrário, aquilo que não foi dito nem feito. Agora percebo que a solução para meus problemas é simplesmente entender a sua causa, pois sendo insolúveis, irá facilitar no processo de cura ou simples convivência com eles. E talvez no futuro, quando eles não me afetarem mais (mas continuarem existindo), poderei evitar que aconteça de novo ou então estar mais atento ao que faço.
Hipocrisias e mentiras da minha parte aparte, creio que toda a culpa recai sobre mim, meus atos não condizem com meus pensamentos e palavras. E a causa disso é a simples conversão, que os filtros continuam a filtrar e influenciar a conclusão. Até que meus pensamentos se tornem palavras é necessários filtros, mas são relativamente fáceis de evitar, porém as ações, as ações são quase impossíveis de transpor toda a area de filtros sem serem afetadas. Os filtros das emoções, dos impulsos, das dúvidas, do pensamento, do empenho, daquilo que acredito, daquilo que não acredito, do que sinto, do que entendo ou não entendo, do que espero, otimista ou pessimista, indiferente ou diferenciando, etc...
Todos pecam. É impossível não fazer isso, "pecar é honrar o desejo acima do que você sabe que é certo". Mas então, a maioria peca perante a Deus, ou a sua divindade. Eu só peco perante a mim, e o pecado que cometo não tem punição se não o simples fato de se pecar, então porque me sinto mal pecando, pecando contra mim. O pecado é punido, e a ausência dele é recompensada (por Deus, para a maioria). Comigo não há nada disso, então porque continuar, porque? Porque simplesmente tenho meus conceitos de moral, minha ética e sigo ela, mesmo que isso represente algo ruim para mim? Simplesmente porque ao saber o que é certo, se torna algo ruim fazer o contrário? As respostas só geram mais perguntas.
E aonde esta doce carruagem leva tudo que não conquistei mas que era meu. Para bem longe. Nunca vou recuperar tudo, nem parte, nem nada. Vou ter que esperar que a próxima carruagem chegue e nela traga algo ou alguém de bom, como a última em que eu não consegui entrar e passar o resto da minha jornada nela, talvez porque ela estava já trancada. E se eu precisar vagar sozinho, toda essa jornada, sem carruagem, sem companhia... vou apenas lamentar a mutação.
Devaneio Nostálgico
Saudades de outrora, a nostalgia que ela traz é tanta que ja posso imaginar como me sentia naquela época. São tempos como aquele que dão sentido para algo que não tem sentido. Se ocupar com coisas boas e que trazem felicidade é tão bom que o tempo passa mas não se perde.
E mesmo que eu nunca volte a ser feliz como naqueles dias, eu talvez, perceba simplesmente que a melhor coisa a fazer seja esquecer. Mas lembrar é tão bom, tão magnífico, de forma que a nostalgia contagia e transforma a triste e inócua realidade atual. Todo o progresso que conquistei sem esforço, pois simplesmente não dependeu de mim. E agora para recuperar uma pequena parte dele terei que me esforçar muito. E não sei nem se vale a pena.
O problema é que desistir é algo idiota e provavelmente imoral na minha visão, não há como eu admitir isso. E talvez a indiferença que eu tenho em relação a mim agora, me faça se importar com outros que ainda tem chances de felicidade plena.
Apesar da mínima e vã esperança que ainda resta para mim seja a única razão de eu provavelmente fazer o que faço, é ainda assim, algo que tenho que perder, mas não sei o que seria pior.
Estou tendo dificuldades para adaptar-me ao tempo que segue e me deixa para traz, por isso transformei o passado no presente e a nostalgia me domina.
E mesmo que eu nunca volte a ser feliz como naqueles dias, eu talvez, perceba simplesmente que a melhor coisa a fazer seja esquecer. Mas lembrar é tão bom, tão magnífico, de forma que a nostalgia contagia e transforma a triste e inócua realidade atual. Todo o progresso que conquistei sem esforço, pois simplesmente não dependeu de mim. E agora para recuperar uma pequena parte dele terei que me esforçar muito. E não sei nem se vale a pena.
O problema é que desistir é algo idiota e provavelmente imoral na minha visão, não há como eu admitir isso. E talvez a indiferença que eu tenho em relação a mim agora, me faça se importar com outros que ainda tem chances de felicidade plena.
Apesar da mínima e vã esperança que ainda resta para mim seja a única razão de eu provavelmente fazer o que faço, é ainda assim, algo que tenho que perder, mas não sei o que seria pior.
Estou tendo dificuldades para adaptar-me ao tempo que segue e me deixa para traz, por isso transformei o passado no presente e a nostalgia me domina.
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