O que há de ruim
Em ficar bom
O que há em mim
Que há de bom
É o ruim
Sem o ruim
Não posso ser
Sem ver não posso sentir
Muitos passos constroem linhas
E eu sempre penso que ali é aqui
Por isso não formo nada
Deformo tudo
E tudo agora, é só palavra
Linha
Uma palavra por linha
Várias linhas por estrofe
Essa é minha gafe
Acreditar no ritmo que vinha
E agora aquela onda não bate
A espuma da crista se abate
Na falta de fôlego do ar
Se quebra sem nada quebrar
Quebra linha
Estrofe de uma linha
Barra de espaço
Não sei o que faço
Dou enter e desembaraço
A linha que pareci o abraço
Da palavra com a realidade
Abate
Embate
Entre expressão e ação
Parece que falo quando faço
Mas o que faço é o que falo?
Falo por ações
Faço palavras a partir de músculos
Sons, neurônios minúsculos
A burrice é a centelha da inteligência
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sábado, 12 de setembro de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Sobre meus erros
Sou mais fraco do que penso
Iludo e acredito no bom senso
Sou mais forte do que faço
Cada ato é só mais um passo
Se é abismo ou pessimismo
Que analiso ou dou um sorriso
Depois caio profundo como raio
Antes que suba triste como pipa
A mesma que perderá para o cerol
E depois o vitorioso vangloriado
Dirá que a astúcia é seu anzol
Quando a derrota foi mero acaso
De qualquer maneira
O que tenho de imperfeito
E mesmo que assim não queira
Só digo que aceito:
Só vivo de acertos
Sobre meus erros
Iludo e acredito no bom senso
Sou mais forte do que faço
Cada ato é só mais um passo
Se é abismo ou pessimismo
Que analiso ou dou um sorriso
Depois caio profundo como raio
Antes que suba triste como pipa
A mesma que perderá para o cerol
E depois o vitorioso vangloriado
Dirá que a astúcia é seu anzol
Quando a derrota foi mero acaso
De qualquer maneira
O que tenho de imperfeito
E mesmo que assim não queira
Só digo que aceito:
Só vivo de acertos
Sobre meus erros
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