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sábado, 25 de junho de 2011
Ofensas a Diferença
Ois e Tudo bens, risadas num banco, sábado com sorvete, notas baixas, notas altas, estudar, preguiça, jocosidades numa conversa, explicando o óbvio, temendo o nada, admirando o nada, refletindo sobre nada, rindo, chorando, nada, fugindo do tudo.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Aos Poucos
Vai passando pela ampulheta do tempo
É um funil tão estreito que tudo em cima
Vai passando aos poucos quase nunca
E aos poucos vai e aos poucos vai
Transforme estes grãos no quer que seja
E é assim que acontece com quase tudo
A ampulheta é o tempo que contém isso
O ponto x é justamente o presente
Embaixo conserva-se o passado
E em cima o futuro que não há como ver
Mas você sente o peso diminuindo
E pode olhar pra baixo e ver tudo que ficou
Os grãos continuam passando sem cessar
Apesar de que só possa vê-los acabar aos poucos
É um funil tão estreito que tudo em cima
Vai passando aos poucos quase nunca
E aos poucos vai e aos poucos vai
Transforme estes grãos no quer que seja
E é assim que acontece com quase tudo
A ampulheta é o tempo que contém isso
O ponto x é justamente o presente
Embaixo conserva-se o passado
E em cima o futuro que não há como ver
Mas você sente o peso diminuindo
E pode olhar pra baixo e ver tudo que ficou
Os grãos continuam passando sem cessar
Apesar de que só possa vê-los acabar aos poucos
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Blog Será Particular
Decidi que é muita exposição para deixá-lo público, portanto estarei "privatizando" ele neste Domingo, se alguém tiver interesse em acessá-lo, deve me mandar um email, comentário, mensagem, comunicação em geral... para que eu possa convidá-lo e permitir que você acesse. Não espero que alguém faça isso, mas é bom avisar.
Esta mensagem ficará aqui nesses 5 dias, não postarei mais nada até lá.
Esta mensagem ficará aqui nesses 5 dias, não postarei mais nada até lá.
Ocupando
Acho que esse é o resumo afinal. Perceber que por detrás de todos os desejos insanos de uma mente cética e inquieta em busca de respostas as quais nunca irá satisfazer-se, não completamente, pois mesmo que por pouco tempo um vazio nunca se preenche. E então ocupando-se, seja de coisas grandiosas, seja de coisas banais, você vai passando, vai experimentando, ou seja, vai vivendo. Não é nada demais, não há o que esperar, só há o que querer... E mesmo que pelo otimismo, pessimismo, maniqueísmo ou nas piores formas do niilismo você só pode ver as coisas, o presente e o futuro e o que queria que eles fossem em conjunto com o que espera deles em conjunto com o que eles podem ser.
Somos seres racionais em um mundo irracional sem sentidos e propósitos. E vamos tentar, como parte de nossa essência, buscar raciocinar sob toda essa irracionalidade tentando, inutilmente, ver algum sentido, propósito e razão. E por mais que nossos semelhantes proeminentes consigam uma vertente lógica e irrefutável, ela simplesmente nunca completará tudo, pois não é possível.
É querer colocar muita fé em um assunto importante e pelas bases da fé que há, os fatos deixam de ser fatos e a fé passa a ser uma escolha de acreditar nisso ou naquilo independente do que realmente é, e a partir daí fica difícil tomá-la como forma de verdade se a essência dela é justamente a ausência de uma verdade.
Por isso resumo tudo isso a se ocupar, com ações, projetos, consumos, criações, sentimentos, experiências, etc... E achar a melhor forma de que no processo dessas ocupações sejamos o mais felizes possíveis e tenhamos bons momentos, momentos felizes e cheios de paz. Deve-se procurar entre essas ocupações, aquelas que satisfaçam nossa existência, e é em suma isso que eu busco no momento, e talvez leve muito tempo e provavelmente levará muito tempo.
Devemos estar preparados para todas as certezas incertas que o amor nos dá.
Somos seres racionais em um mundo irracional sem sentidos e propósitos. E vamos tentar, como parte de nossa essência, buscar raciocinar sob toda essa irracionalidade tentando, inutilmente, ver algum sentido, propósito e razão. E por mais que nossos semelhantes proeminentes consigam uma vertente lógica e irrefutável, ela simplesmente nunca completará tudo, pois não é possível.
É querer colocar muita fé em um assunto importante e pelas bases da fé que há, os fatos deixam de ser fatos e a fé passa a ser uma escolha de acreditar nisso ou naquilo independente do que realmente é, e a partir daí fica difícil tomá-la como forma de verdade se a essência dela é justamente a ausência de uma verdade.
Por isso resumo tudo isso a se ocupar, com ações, projetos, consumos, criações, sentimentos, experiências, etc... E achar a melhor forma de que no processo dessas ocupações sejamos o mais felizes possíveis e tenhamos bons momentos, momentos felizes e cheios de paz. Deve-se procurar entre essas ocupações, aquelas que satisfaçam nossa existência, e é em suma isso que eu busco no momento, e talvez leve muito tempo e provavelmente levará muito tempo.
Devemos estar preparados para todas as certezas incertas que o amor nos dá.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Mentiras Sinceras
Sabe que as vezes não é por mal, é até por bem. Dissimular das piores formas possíveis porque talvez a simulação real apenas cause sofrimento ou tristeza. Porque afinal algumas coisas simplesmente acontecem e não precisam ser conhecidas, e digo coisas que não dependeram de escolhas, porque afinal ser um enganador e hipócrita por aquilo que você faz querendo fazer é horrível. Nem é hipocrisia é distorção, uma mentira, ocultar e distorcer, mentir.
Ansiedade Culpada
O juiz e o policial se aproximam, você queria poder se esconder dentro de si mesmo, se tornar uma outra pessoa nos próximos instantes, queria não ter que enfrentar isso. Não é questão do que fez ou deixou de fazer, mas sim do que vai acontecer, da punição. E o pior é quando não é certeza, talvez tudo passe bem, talvez tudo piore, e enquanto isso não se definir você só sente uma ansiedade culpada, não é uma culpa e sim uma ansiedade da culpa.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Sem Sol, Lua Nova
Escrito: c. Abril 2011
Esse Sol magnífico que outrora me iluminava e aquecia mesmo nublado, mesmo na tempestade.
Agora se põe por fim
E como me conformo de que não haverá outro dia?
E toda a noite é de lua nova.
Esse Sol magnífico que outrora me iluminava e aquecia mesmo nublado, mesmo na tempestade.
Agora se põe por fim
E como me conformo de que não haverá outro dia?
E toda a noite é de lua nova.
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