Que todos sãos maus, não há bondade no mundo.
Que o mundo será sempre o mesmo, não há como mudá-lo.
Que ideais são coisas que colocam na sua cabeça.
Que tudo que você considera certo é relativo, e em outra época seria diferente.
Que o mundo foi feito pra você, use-o ao seu bel-prazer.
Que morrer depende do que você acredita e não há verdade quanto a isto.
Que nascer é o acaso se você quiser, não há o que fazer.
Que a mediocridade permeia a todos e pouquíssimos escapam dela, e provavelmente serei apenas outro a não conseguir.
E o pior: Talvez eles estejam certos.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Mais um Mês foi embora outra vez
Parece que foi ontem que escrevia um post sobre o mês passando, fico impressionado que já tenha que escrever de novo e ainda estou atrasado cerca de 4 dias.
Esse mês de agosto foi, vamos dizer, revigorante. Talvez tão bom quanto o de junho. Teve shows, passeios, novas pessoas e etc. Tudo normal. Mas só isso mesmo. Já passou, agora estamos em setembro, mês 9, já. Só faltam 3 meses para o final do ano, e aí, são 12 semanas, só doze semanas, como assim doze semanas, 2011 porque você fez isso? Só porque no começo você passava devagar e prazeirosamente, agora você deve passar como um jato?
Ano que vêm, que merda, é o último ano da escola, como assim? Porque eu já tenho 16 anos, eu deveria ter 15, 15 para sempre.
Idade é interessante, parece que não faz a diferença, são apenas números. Mas indicam algo, indicam seu tempo de permanência aqui, e isso pode lhe dar méritos, isto é... em tão pouco tempo você pôde fazer e ser tais coisas, que geralmente requerem mais tempo. Mas agora, sou apenas alguém de 16 anos, fazendo coisas de pessoas de 16, sendo alguém de 16 anos... Que mérito isso tem. Eu deveria ler mais, mas para quê? Simplesmente para receber algo parecido com: "Nossa você só tem 16 anos e já...balbaabalbalabla?". Não há muito sentido, o problema são as responsabilidades que se multiplicam sem demora, que sinto mesmo antes de recebê-las.
É horrível essa coisa de o tempo passar. O único jeito de esquecer é estar feliz. Não que eu esteja triste, só não estou feliz.
Esse mês de agosto foi, vamos dizer, revigorante. Talvez tão bom quanto o de junho. Teve shows, passeios, novas pessoas e etc. Tudo normal. Mas só isso mesmo. Já passou, agora estamos em setembro, mês 9, já. Só faltam 3 meses para o final do ano, e aí, são 12 semanas, só doze semanas, como assim doze semanas, 2011 porque você fez isso? Só porque no começo você passava devagar e prazeirosamente, agora você deve passar como um jato?
Ano que vêm, que merda, é o último ano da escola, como assim? Porque eu já tenho 16 anos, eu deveria ter 15, 15 para sempre.
Idade é interessante, parece que não faz a diferença, são apenas números. Mas indicam algo, indicam seu tempo de permanência aqui, e isso pode lhe dar méritos, isto é... em tão pouco tempo você pôde fazer e ser tais coisas, que geralmente requerem mais tempo. Mas agora, sou apenas alguém de 16 anos, fazendo coisas de pessoas de 16, sendo alguém de 16 anos... Que mérito isso tem. Eu deveria ler mais, mas para quê? Simplesmente para receber algo parecido com: "Nossa você só tem 16 anos e já...balbaabalbalabla?". Não há muito sentido, o problema são as responsabilidades que se multiplicam sem demora, que sinto mesmo antes de recebê-las.
É horrível essa coisa de o tempo passar. O único jeito de esquecer é estar feliz. Não que eu esteja triste, só não estou feliz.
Descontração em pensamentos aleatórios
Ás vezes é bom ler um texto que não siga uma linha, não tenha começo, meio em fim... seja mais apenas meio, meio e meio. Não diga nada além do que quer dizer. Um texto que misture palavras e não se importe com o entendimento, mas apenas com o que quer passar. É estranho, mas é legal. Vou tentar fazer alguns, talvez.
sábado, 3 de setembro de 2011
Fases, Infância e Consciência
Nunca pude perceber com tanta clareza como a vida é formada por fases diversas, como existe na linha do tempo pontos-chave que mostram uma mudança no comportamento e na vida em geral. As vezes por ações individuais, as vezes algo/alguém de fora que influencia na sua vida, e ela muda... as vezes um pouco, as vezes totalmente.
Nunca pude perceber tanto como agora esse fenômeno, e isto se deve ao fato de que minha infância e pré-adolescência parecem nebulosas, estranhas e delas não consigo determinar muito linhas de tempo, decisões importantes ou coisas que tenham alterado minha vida. Vou tentar explicar o que a infância e pré-adolescência são na minha memória.
Sabe quando você lembra de um sonho? Você sabe o que aconteceu nele, sabe que você participou dele (era o protagonista) mas ainda assim não tem muita noção das coisas, as coisas não fazem muito sentido, você vê as suas ações e sabe que elas partiram de você mas não sabe muito porquê, parece que foi algo inconsciente, como se você não estivesse realmente no controle ainda. Então é assim que foi, eu sinto que a partir dos 15 anos mais ou menos, aconteceu algum tipo de revolução na minha cabeça e a consciência ganhou o controle total (?).
Num período curtíssimo de alguns meses eu passei a ver tudo com tanta clareza, e tive noção de controle, percebi que minha ações afetam minha vida a curto, médio e longo prazo, e nunca tive tanta certeza em minhas decisões, porque mesmo quando tratava de algo incerto, ao menos eu sabia que a escolha era a mais consciente possível, uma certeza incerta. Esse sentimento de domínio sobre mim mesmo causou tamanha êxtase que ficava feliz apenas por estar consciente, sentia que controlava uma parte do mundo, que tinha em mãos algo pró-ativo e não reativo.
Enfim, provavelmente mais revoluções acontecerão na minha cabeça, e eu só vou perceber que este sistema atual de consciência é maquiado, que não estou realmente no controle, apenas sinto que estou. Porém acredito que talvez o que aconteça não sejam revoluções, mas aprendizado, isto é... agora que o meu sistema consciente está no controle, basta ele ter informação e experiência para se tornar cada vez melhor e eficiente, os acertos de hoje serão os erros de amanhã, mas isso não indica uma falta de consciência, mas sim de informação e experiência.
Só por poder contemplar tudo isso me sinto plenamente consciente, por contemplar minha consciência me sinto consciente. Mas não é só isso, minha consciência ainda está subjugada a outras influências, como desejos e etc... e destas influências nunca vou me libertar, e exatamente isso que faz de agir conscientemente um desafio constante, lidar com tudo isso.
Então concluindo, quando ganhei a consciência, percebi que as fases são geradas por essas influências externas sobre a minha consciência. O modo como eu ajo varia enquanto o tempo passa conforme influências variam, então no final eu estou apenas reagindo, reagindo conscientemente, mas continua como um tipo de reação. O único ponto exclusivo é quando ações conscientes geram influencias sobre a consciência, então é a própria consciência influenciando a si mesma, sendo assim ela está agindo e não reagindo.
Mas raro é o quando acontece esse ponto. A auto-disciplina é difícil e ineficiente, assim como decisões que mudem radicalmente o ambiente geralmente são avaliadas de forma inconsciência mas sob muitas influências externas e portanto no final tornam-se reações e não decisões, raramente há um livre-arbítrio não determinado, e se quiser radicalizar, o livre-arbítrio sequer existe, é tudo determinado.
Mas prefiro acreditar que estou no controle, porque sinto estar, então ainda consigo acreditar nisso.
Nunca pude perceber tanto como agora esse fenômeno, e isto se deve ao fato de que minha infância e pré-adolescência parecem nebulosas, estranhas e delas não consigo determinar muito linhas de tempo, decisões importantes ou coisas que tenham alterado minha vida. Vou tentar explicar o que a infância e pré-adolescência são na minha memória.
Sabe quando você lembra de um sonho? Você sabe o que aconteceu nele, sabe que você participou dele (era o protagonista) mas ainda assim não tem muita noção das coisas, as coisas não fazem muito sentido, você vê as suas ações e sabe que elas partiram de você mas não sabe muito porquê, parece que foi algo inconsciente, como se você não estivesse realmente no controle ainda. Então é assim que foi, eu sinto que a partir dos 15 anos mais ou menos, aconteceu algum tipo de revolução na minha cabeça e a consciência ganhou o controle total (?).
Num período curtíssimo de alguns meses eu passei a ver tudo com tanta clareza, e tive noção de controle, percebi que minha ações afetam minha vida a curto, médio e longo prazo, e nunca tive tanta certeza em minhas decisões, porque mesmo quando tratava de algo incerto, ao menos eu sabia que a escolha era a mais consciente possível, uma certeza incerta. Esse sentimento de domínio sobre mim mesmo causou tamanha êxtase que ficava feliz apenas por estar consciente, sentia que controlava uma parte do mundo, que tinha em mãos algo pró-ativo e não reativo.
Enfim, provavelmente mais revoluções acontecerão na minha cabeça, e eu só vou perceber que este sistema atual de consciência é maquiado, que não estou realmente no controle, apenas sinto que estou. Porém acredito que talvez o que aconteça não sejam revoluções, mas aprendizado, isto é... agora que o meu sistema consciente está no controle, basta ele ter informação e experiência para se tornar cada vez melhor e eficiente, os acertos de hoje serão os erros de amanhã, mas isso não indica uma falta de consciência, mas sim de informação e experiência.
Só por poder contemplar tudo isso me sinto plenamente consciente, por contemplar minha consciência me sinto consciente. Mas não é só isso, minha consciência ainda está subjugada a outras influências, como desejos e etc... e destas influências nunca vou me libertar, e exatamente isso que faz de agir conscientemente um desafio constante, lidar com tudo isso.
Então concluindo, quando ganhei a consciência, percebi que as fases são geradas por essas influências externas sobre a minha consciência. O modo como eu ajo varia enquanto o tempo passa conforme influências variam, então no final eu estou apenas reagindo, reagindo conscientemente, mas continua como um tipo de reação. O único ponto exclusivo é quando ações conscientes geram influencias sobre a consciência, então é a própria consciência influenciando a si mesma, sendo assim ela está agindo e não reagindo.
Mas raro é o quando acontece esse ponto. A auto-disciplina é difícil e ineficiente, assim como decisões que mudem radicalmente o ambiente geralmente são avaliadas de forma inconsciência mas sob muitas influências externas e portanto no final tornam-se reações e não decisões, raramente há um livre-arbítrio não determinado, e se quiser radicalizar, o livre-arbítrio sequer existe, é tudo determinado.
Mas prefiro acreditar que estou no controle, porque sinto estar, então ainda consigo acreditar nisso.
Declaração Corretiva: Formspring
Venho só para dizer aqui minha opinião atual e tentar argumentar sobre a hipocrisia aparente mas não real.
Alguns meses atrás postei minha opinião sobre algumas redes sociais, entre elas o formspring: http://devianismo.blogspot.com/2011/05/privacidade-estimula-socializacao.html
Minha análise foi extremamente pequena e limitada, não soube avaliar todas as possibilidades e pontos.
Portanto hoje, sendo usuário assíduo do formspring, declaro que considero-o uma ferramenta e rede social interessante e divertida. Mas não porque refuto meus argumentos anteriores (atacando o uso do formspring para fazer perguntas simples e idiotas, que deveriam ser feitas de modo privado e não aberto como nesta rede social), mas sim porque encontrei outros usos para ela.
Além de poder ser usada para humor e sarcasmo, há também a possibilidade de expressar a opinião sobre fatos importantes ou interessantes. As perguntas mais simples e idiotas costumo responder com sarcasmo e raramente expresso minha verdadeira opinião, pois ainda acho que quem quer sabê-la deve fazer perguntando diretamente para mim.
Viva o formspringles
Alguns meses atrás postei minha opinião sobre algumas redes sociais, entre elas o formspring: http://devianismo.blogspot.com/2011/05/privacidade-estimula-socializacao.html
Minha análise foi extremamente pequena e limitada, não soube avaliar todas as possibilidades e pontos.
Portanto hoje, sendo usuário assíduo do formspring, declaro que considero-o uma ferramenta e rede social interessante e divertida. Mas não porque refuto meus argumentos anteriores (atacando o uso do formspring para fazer perguntas simples e idiotas, que deveriam ser feitas de modo privado e não aberto como nesta rede social), mas sim porque encontrei outros usos para ela.
Além de poder ser usada para humor e sarcasmo, há também a possibilidade de expressar a opinião sobre fatos importantes ou interessantes. As perguntas mais simples e idiotas costumo responder com sarcasmo e raramente expresso minha verdadeira opinião, pois ainda acho que quem quer sabê-la deve fazer perguntando diretamente para mim.
Viva o formspringles
Dia à Dia, Esquecer a Rotina, Dia à Dia
Esta é uma temática que está demasiadamente presente, e com certeza cansada. Não há muito mais o que falar do sentimento "está passando". Porém ele continua presente e sem diminuir em intensidade.
Descobri maneiras de combatê-lo:
Agir de forma a esquecer a rotina, o que é a forma mais efetiva porém impraticável, é algo esparso que só pode acontecer de vez enquanto. Shows, pessoas, eventos interessantes não acontecem toda hora, mas quando acontecem fazem você esquecer o dia à dia, e isto dura por vários dias, mas depois passa e volta o sentimento.
Agir de forma a aproveitar a passagem do tempo e não sentir que o tempo está passando, mas sim que está sendo usado. Talvez seja a maneira mais viável, porém no momento de agir a tendência é protelar ou não usar o tempo, apenas consumi-lo sem maiores consequências. Imediatismo. Ao menos se eu agisse desta forma ao sentir o tempo passando, teria prazer em contemplar o que fiz com ele. E como é inevitável o tempo não passar, talvez esta seja a maneira mais sensata.
Ignorar, tentar ignorar, porque na verdade é difícil agir com indiferença à passagem do tempo, a contagem dos dias e tudo inerente a isso. Mas pode funcionar por certo tempo, funciona realmente. Se ocupar, distrair-se do tempo, é bom. O problema consiste caso isto mude, e de um momento para o outro você torne-se ciente ao tempo, e assim provavelmente lamentará não ter escolhido a opção anterior e agora é tarde demais, ou precisará de muito mais esforço para compensar.
Fixar objetivos prazerosos, felizes e atrativos. Algo que sirva de combustível e faça com que você de certa forma deseje o tempo passar, se renda à rotina como forma de meio ao fim desejado, e não veja problema no dia à dia... tentando moldá-lo de forma a tornar o fim melhor ainda. O difícil é achar tais objetivos, é quase impossível auto-impô-lo, geralmente será algo vindo de fora para com você.
Enfim, preciso tentar colocar em prática um destes meios.
Descobri maneiras de combatê-lo:
Agir de forma a esquecer a rotina, o que é a forma mais efetiva porém impraticável, é algo esparso que só pode acontecer de vez enquanto. Shows, pessoas, eventos interessantes não acontecem toda hora, mas quando acontecem fazem você esquecer o dia à dia, e isto dura por vários dias, mas depois passa e volta o sentimento.
Agir de forma a aproveitar a passagem do tempo e não sentir que o tempo está passando, mas sim que está sendo usado. Talvez seja a maneira mais viável, porém no momento de agir a tendência é protelar ou não usar o tempo, apenas consumi-lo sem maiores consequências. Imediatismo. Ao menos se eu agisse desta forma ao sentir o tempo passando, teria prazer em contemplar o que fiz com ele. E como é inevitável o tempo não passar, talvez esta seja a maneira mais sensata.
Ignorar, tentar ignorar, porque na verdade é difícil agir com indiferença à passagem do tempo, a contagem dos dias e tudo inerente a isso. Mas pode funcionar por certo tempo, funciona realmente. Se ocupar, distrair-se do tempo, é bom. O problema consiste caso isto mude, e de um momento para o outro você torne-se ciente ao tempo, e assim provavelmente lamentará não ter escolhido a opção anterior e agora é tarde demais, ou precisará de muito mais esforço para compensar.
Fixar objetivos prazerosos, felizes e atrativos. Algo que sirva de combustível e faça com que você de certa forma deseje o tempo passar, se renda à rotina como forma de meio ao fim desejado, e não veja problema no dia à dia... tentando moldá-lo de forma a tornar o fim melhor ainda. O difícil é achar tais objetivos, é quase impossível auto-impô-lo, geralmente será algo vindo de fora para com você.
Enfim, preciso tentar colocar em prática um destes meios.
Tensão?
Apenas ressaltar que revendo as últimas postagens do blog, constatei que houve uma ligeira fixação em determinado clima-tema, e também muitas citações direcionadas. E penso que posso ter talvez assustado (?) minha única leitora, pelas declarações que fiz e direcionei.
Enfim, não há nada com se preocupar. Do mesmo modo como você (sim esse você é muito estranho, porque eu sei com quem estou falando, é com a única pessoa que lê isto aqui, e mesmo assim acho tenso, e acho que deve ser pior ainda para quem lê) me disse que usava o blog para extravasar certos sentimentos e pensamentos que lhe afligiam momentaneamente e que nem causavam tanto dano a vida quanto as postagens faziam parecer, estou utilizando no mesmo método.
Enfim, não há nada com se preocupar. Do mesmo modo como você (sim esse você é muito estranho, porque eu sei com quem estou falando, é com a única pessoa que lê isto aqui, e mesmo assim acho tenso, e acho que deve ser pior ainda para quem lê) me disse que usava o blog para extravasar certos sentimentos e pensamentos que lhe afligiam momentaneamente e que nem causavam tanto dano a vida quanto as postagens faziam parecer, estou utilizando no mesmo método.
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